De um dia para o outro, sem as intermináveis conversas no messenger, aceitámos um convite para jantar em casa de um casal. Dez anos mais novos do que nós, ambos bicuriosos, despachados na conversa e educados. E valentes, claro. Eu nunca teria coragem para convidar desconhecidos para jantar em minha casa.
Jantar tranquilo e simpático, muita conversa e algumas gargalhadas. Tudo absolutamente composto e decente. Quem olhasse de fora, não veria nada de mais. Não havia mãozinhas indiscretas nem seduções rebarbadas.
Tanta compostura tinha de acabar. Foi ele quem sugeriu um jogo para quebrar o gelo. Cada um escreveria numa folha três coisas que gostaria de fazer e três coisas que não gostaria que acontecesse nessa noite. Os limites estavam bem aprendidos por ambos os casais. Nenhum dos homens iria foder a mulher do outro. Tudo o resto poderia acontecer.
Primeira frase a sair: ela iria fazer-me um minete. Risos e nervosismo, como saltar da absoluta decência para a luxúria? Assim de chofre, todos vestidos e aperaltados, um minete é uma coisa improvável. Não sei como, a timidez desapareceu e avancei para os beijos e para as mamas dela. Depois disso, um minete é canja. E foi.
O que aconteceu depois do primeiro passo é difícil de reconstituir. Mas gosto de lembrar os minetes que lhe fiz, a mamada à vez ao meu homem e ao homem dela, vê-la a ser fodida à canzana enquanto o meu homem lhe lambia a cona e apalpava as mamas, ser fodida de quatro enquanto mamava o outro homem, três bocas à volta dos caralhos, os meus dedos no cu e na cona dela, imagens soltas de uma noite que se fez de gemidos e de gritos.
Tanta compostura tinha de acabar. Foi ele quem sugeriu um jogo para quebrar o gelo. Cada um escreveria numa folha três coisas que gostaria de fazer e três coisas que não gostaria que acontecesse nessa noite. Os limites estavam bem aprendidos por ambos os casais. Nenhum dos homens iria foder a mulher do outro. Tudo o resto poderia acontecer.
Primeira frase a sair: ela iria fazer-me um minete. Risos e nervosismo, como saltar da absoluta decência para a luxúria? Assim de chofre, todos vestidos e aperaltados, um minete é uma coisa improvável. Não sei como, a timidez desapareceu e avancei para os beijos e para as mamas dela. Depois disso, um minete é canja. E foi.
O que aconteceu depois do primeiro passo é difícil de reconstituir. Mas gosto de lembrar os minetes que lhe fiz, a mamada à vez ao meu homem e ao homem dela, vê-la a ser fodida à canzana enquanto o meu homem lhe lambia a cona e apalpava as mamas, ser fodida de quatro enquanto mamava o outro homem, três bocas à volta dos caralhos, os meus dedos no cu e na cona dela, imagens soltas de uma noite que se fez de gemidos e de gritos.
Felizmente, os vizinhos são surdos.