Tudo combinado. Umas horas com o touro jovem que há uns tempos nos tinha iniciado nos trios com homem.
Mas desta vez a foda comigo estava longe dos planos. Para mim, seria apenas uma versão suave do que já se tinha passado. Uma língua aqui, uma boca ali, uma mão amiga, uns beijos e amassos. Mas não mais do que isso. Tanto tempo sem praticar e eu estava longe, muito longe, de qualquer tesão por um homem que não o meu. Ou então era a cabra moralista que vive dentro de mim. Pouco importa. O plano era este e todos estávamos contentes com que se iria passar. Para ajudar à festa, o período ameaçou aparecer ao final do dia. Tampão e ala que se faz tarde.
Na chegada ao motel, aterrámos naquela terra de ninguém dos minutos que antecedem a porcaria - um nervoso miudinho, a estranheza da conversa de chacha, a sensação de que nada irá acontecer, afinal somos todos tão bem educados que nunca nos meteremos em taradices.
Mas a verdade é não há nada como um bom broche entre dois homens para me fazer esquecer os pruridos. Sou uma tarada, está visto. O pau do touro é enorme e largo. Vê-lo a foder a boca do meu homem deixa-me louca. Apesar dos planos, dou por mim a roçar-me naquele caralho. Quero tê-lo dentro de mim e deixo de pensar, é só a tesão de ter aquele pau colado a mim, de olhar para o meu homem e ver o prazer da cornice. Tiro o tampão e peço-lhe que me foda.
E, pela primeira vez nesta aventura do sexo com outros, sou a puta com que ele sempre sonhou. A puta que quer mais, mais fundo, mais forte, a puta que se oferece sem vergonha a um quase estranho e o transforma num corno obediente.
Suspeito que esta será a primeira de muitas fodas da puta oferecida.
E, pela primeira vez nesta aventura do sexo com outros, sou a puta com que ele sempre sonhou. A puta que quer mais, mais fundo, mais forte, a puta que se oferece sem vergonha a um quase estranho e o transforma num corno obediente.
Suspeito que esta será a primeira de muitas fodas da puta oferecida.