quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Uma noite de hotel

Um mês depois do primeiro encontro, encontramo-nos a meio caminho. Desta vez num hotel com um quarto de quatro pessoas. Desta vez, sem o secretismo dos motéis. Éramos dois casais que dormiam no mesmo quarto.
Chegaram perfumados e bebemos um whisky numa esplanada. Ela puxou a minha mão e fez-me descobri uma cona sem cuecas por baixo da saia. Isto prometia.
No quarto, fizémos a revisão da matéria dada. Desta vez sem a timidez do primeiro encontro. Ajoelhei-me e lambi a sua cona. Entre uma e outra vez, fiquei com saudades de a lamber e de sentir a sua cona macia por dentro.
Daí para a frente, a confusão total. Às quatro da manhã, depois de um dia intenso de trabalho e de várias horas a foder, quase desmaiei de cansaço. Adormecemos por algumas horas e mal acordámos já estávamos outra vez a foder.
Ser um casal swinger dá cabo do cabedal. Quase mortos, regressámos a Lisboa. 
Durante dois dias, a minha língua dormente lembrou-me de todos os pecados que cometi naquela noite no hotel.

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