O terceiro encontro para café foi afinal um encontro para jantar. Aproveitámos uma ida ao nuorte e combinámos encontrar-nos com um casal com quem falávamos pelo messenger há algum tempo. Já os tinhamos visto pela câmara e sabíamos que não eram uns camafeus. As conversas, essas, eram divertidas e disparatadas.
Como casal, apenas lhes interessava a cena bi. Menina com menina, menino com menino. Tudo o que cruzasse essa fronteira, estava fora.
O jantar foi divertido. E os copos num bar também. Passámos horas à conversa. Se não os tivessemos conhecido naquele contexto, poderiam ser nossos amigos. Giros, apresentáveis, cheios de humor.
Voltámos sozinhos para o hotel. E só depois, em troca de mensagens e no regresso a casa e ao messenger, descobrimos que seria uma questão de tempo para os levarmos ao tapete.
Tic tac tic tac.
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